Sábado é dia de festa no JA. O tema desse ano foi Neon. Por isso tinha luz negra muito neon. A galera se vestiu de roupa branca ou cores fluorescentes. eu coloquei uma camisa da Jubabe laranja MUITO fluorescente.
A festa foi super animada! A galera puxou vários passinhos que acabou se tornando um flashmob espontâneo. Os Locomotions não ficaram para trás na animação (e rendeu mais um pouco de paquera!). E o som ficou com o DJ MaiconNight.
Teve gente que não queria que a festa terminasse. Outros saíram no começo da festa com medo do novo prédio, onde são feitos os cultos. O prédio parece tremer um pouco, na verdade para alguns tremeu muito! Eu confesso que não vi nada. Mas por fim a festa foi um sucesso!
O que quase ninguém viu foi o meu momento de choro. Vou explicar.
Durante a tarde a diretoria se reuniu para decidir algumas coisas e uma delas seria se haveria ou não comida na festa. Este é um momento de contenção de despesas na Juberj. Para dizer a verdade essa tem sido a realidade de todo o Brasil. Então comecei a pensar em alguma coisa que saísse bem barato. Ficou decidido em pipoca e refresco (se não, não seria nada). Fui com o Cleiton (menino abençoado e morador de Rio Bonito) até o centro fazer as compras para o lanche e a ceia que seria no dia seguinte.
Tínhamos que correr com as compras e ainda ver o melhor preço. Fiz com Cleiton mil contas e vi a possibilidade de comprar refrigerante (do mais barato) ao invés de refresco. Minha cabeça já doía de tanto fazer contas e andar. Decidi voltar para o sítio com a maioria dos itens e ver se podíamos comprar o refri, e se daria tempo de congelar. Depois de várias conversas o Cleiton voltou ao mercado com o Fernando Ecard e compraram os refrigerantes.
Durante o culto chamei algumas meninas da equipe e fomos para cozinha preparar a pipoca. Foi então que percebi que não tinha comprado pipoca suficiente. Uma tristeza bateu no meu coração. Nós já não iríamos ter muita comida na festa, e eu ainda comprei pouca pipoca....
Acabou que nem consegui ver o coral cantando, que é sempre lindo, porque estava empacotando as pipocas. E sim, eu confesso que chorei nos braços do meu amado Calebe porque comprei pouca pipoca. Eu não sou perfeccionista, mas eu gostaria de ter dado o melhor, só isso.
Mas graças a Deus a festa foi um sucesso e fui consolada pelas pessoas certas!
Pessoa sensível é assim mesmo...
E na festa me acabei de tanto dançar!

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